
No ano seguinte, levou o Osasco da A-3 para o A-2, tendo repetido o feito à frente do Comercial, de Ribeirão Preto, no ano passado. Predestinado e trabalhador, André Oliveira se autorotula como técnico que gosta de diálogo, mas não abre mão de ter pulso firme. “A última palavra sempre é a minha”, disse Oliveira. O início como atleta na Vila Universitária começou em 1972, quando foi levado pelo saudoso presidente Anísio Haddad. No ano seguinte já saiu do amador e começou a treinar com o elenco profissional. Em 1974 entrava nos finais das partidas com a missão de incomodar as defesas adversárias, até se tornar titular absoluto.
Do Rio Preto saiu por empréstimo para Olímpia (1977), Araçatuba (1979), América (1981), Vitória-BA (1982) e Operário-MS (1983), até que foi vendido pelo até hoje presidente Vergílio Dalla Pria Netto ao Botafogo, de Ribeirão Preto. Dois anos depois ainda peregrinou por Mirassol, Penapolense, Linense e Barretos, onde encerrou a carreira em 1989.Dez anos mais tarde deu início ao trabalho como treinador, tendo uma breve experiência com Carlos Alberto Silva, no Santos. “Foi um estágio de 15 dias”, comentou.
Em 2000, começou na base do Rio Branco de Americana. Nas divisões de base ainda comandou Grêmio Barueri e Rio Preto. Foi técnico profisional no AD Guarulhos, em 2005, antes de ser auxiliar de Vilson Tadei no Grêmio Barueri, em 2006, e de Márcio Ribeiro no União São João de Araras, em 2007. Neste ano iniciou o A-3 no Sport Barueri e depois foi para o Batatais, onde ficou até o final da Copa Paulista. Neste bate papo com o Diário, fala de seus desafios pessoais e do planejamento para recolocar o Rio Preto na elite, tendo de superar os problemas estruturais.
Fonte:Diarioweb(Ozair Júnior)


Nenhum comentário:
Postar um comentário